quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Careca sim! Estou vivendo – tem gente que tem cabelo e está morrendo.

Ilustração: Mariana Rolin
 Cansei de cabelo, cansei de post sobre cabelo, cansei de hidratação caseira. Acho que o negócio é, não ter cabelo e pronto. Ui, ela é radical. Não sou. Reparem que não é o mesmo tipo de revolta estilo “nenhum homem presta, vou virar freira”. Tosar a cabeça não tem nada a ver com frustrações com terceiros, é frustração 100%  pessoal. É LOUCURA, MINHA GENTE.

- Mas seu cabelo é tão bonito, que horror.

Quem noonca pegou aquela tesoura de sobrancelha ou a gilette pra arrumar uma franja que me perdoe, mas você não sabe o que é ERRO na vida.

Encara o cabelo no espelho – Eu vou te vencer. Mas todos os produtos e todo o tempo do mundo não são suficientes contra a ira do cabelo. Aliás, o cabelo não é só raivoso, mas irônico também, olha que coisa. Você tá indo dormir em plena sexta-feira sem programa, quando olha no espelho, seu cabelo está PRONTÍSSIMO pra sair, lindo, tirando uma com a sua cara. Agora, tenta domar o bicho quando você tiver um encontrinho! Sem chance. Ele vai usar todo seu poder de frizz contra você, pra mostrar quem manda.

E pintar o cabelo sozinha em casa? Quando você vê que metade ficou manchada e a outra metade tá lá, entupindo o ralo da pia.

Já fui loira, morena, ruiva, cabelo curto, comprido, médio, já fiz de tudo pra agora ter certeza que tudo CANSA. Imaginem usar peruca, minha gente. Que coisa boa dos deuses. Cada dia uma cor, um modelo, manda lavar, chega cheirosinha no ponto, só ajeitar. Ah, o sonho do “cabelo próprio”.

Definitivamente, é isso ai.
CARECA WAY OF LIFE vemnimim! 



Sigam! @_thaprado


Continue Lendo...
Postado por Thaís Prado às 11:18 3 comentários

sábado, 31 de dezembro de 2011

Resoluções de fim de ano OU Que tal ser um pouco clichê dessa vez?




Comecei 2011 muito desanimada. Ainda brigava com Deus por meu filho ter perdido o pai. Jurei que seria mais outro ano, sem muito para aprender. Mas eis que...

1. Aprendi a viver "só por hoje" e aplico isso em tudo que faço.
2. Aprendi a concentrar a vida nas ações.
3. Aprendi a amar, de verdade, mesmo ficando solteira cada mês do ano. E amar é querer que o outro seja muito muito muito feliz, mesmo que você não esteja em seus planos.
4. Aprendi a me amar. E isso foi a coisa mais difícil de se aprender.
5. Aprendi a comer, mas continuo aprendendo.
6. Aprendi que preciso amar mais as coisas que tenho para não sentir saudades delas no futuro.
7. Aprendi a correr 8kms.
8. Aprendi a estender a mão, mas ainda estou aprendendo.
9. Aprendi que existem homens bons, de verdade. E os canalhas também existem, mas isso não é da minha conta.

E agradeço a Deus por tudo abaixo:
1. Oportunidade de ficar sozinha, sem homem, para aprender a chamar um garçom na mesa, dirigir meu próprio carro, escolher minhas próprias roupas e viajar para onde eu quiser.
2. Oportunidade de trabalhar com uma pessoa tão genial, divertida e carinhosa como é minha chefe.
3. Oportunidade de rever os amigos e a família, chorar e sorrir com todos eles.
4. Oportunidade de ser mãe de um menino muito muito muito feliz.
5. Oportunidade de abraçar irmãos de verdade e saber, de coração, que não estou mais sozinha.
6. Oportunidade de olhar o espelho e ver Deus olhando de volta.
7. Oportunidade de me aproximar de Deus.

Neste ano (que é só por hoje), minhas resoluções não são mais perder peso, nem arranjar um emprego. Também não desejo ter um namorado. O que eu desejo é continuar aprendendo, mesmo que isso signifique ficar "solteira", porque seria blasfêmia dizer que estou sozinha.

Isso é legal de fazer, hein? De vez em quando é bom ser um pouco clichê.

Façam também e compartilhem comigo! =)
@A_Sarita
Continue Lendo...
Postado por Sarita às 00:49

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Divã Cinematográfico - "Timer"

Assisti Timer hoje, uma comédia romântica(?) bem diferente. Não sei se gostei muito, na verdade o filme em geral é bem bobinho, mas traz algumas discussões interessantes. Em resumo, vive-se num mundo onde  existe uma aparelhinho chamado "Timer", que promete dizer a data exata que você encontrará sua alma gêmea. 


Num mundo como o de hoje, onde as pessoas precisam mais do que nunca de certezas e provas científicas, calculem o sucesso de um brinquedinho desses. A pergunta que fica no ar durante todo o filme – É realmente melhor saber? Um dos efeitos que aparecem no mundo pós Timer do filme , é que as pessoas não “perdem” mais tempo namorando, conhecendo outras pessoas se não puderem ter certeza que aquela é a sua alma gêmea. Por exemplo, você sabe que vai encontrar o amor da sua vida quando fizer 48 anos (que é o caso de uma das personagens do filme), o que fazer? 

Um diálogo que eu achei muito interessante e me fez refletir foi esse:

- Você acha que antes do Timer eles pensavam assim, que só acontece uma vez? A expressão "primeiro amor" não implica que teria um segundo e um terceiro?

Na cabeça das duas personagens principais do filme, a princípio nem passa a ideia de que seria possível encontrar um outro amor que não sua alma gêmea. Os amores são válidos. Num mundo onde a tentação por certezas e garantias é cada vez maior, não podemos deixar de acreditar que todas as experiências também são válidas. A vida merece ser vivida com não um grande amor, mas alguns. Acredito demais no amor pra acreditar que existe um só - pra vida toda. 


O que vocês acham?



Sigam! @_thaprado


Continue Lendo...
Postado por Thaís Prado às 19:53 2 comentários

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

100% você, com gelo e sem limão

Uma coisa é o famoso tiro no pé, o problema é que, no meu caso, o tiro é sempre de metralhadora. Quem noonca? Você sai com alguém, resolve ser espontânea, natural, 100% você, correndo dois riscos, o do cara gostar e você sair meio com o pé atrás ou do cara não gostar e você sair frustrada com você mesma. – Ninguém me aceita do jeito que eu sou! O problema não é esse, a verdade é que ninguém tem a obrigação de te engolir num primeiro encontro. De se encantar com a sua (minha) verborragia alucinada, com tudo de bom e de ruim que você tem a dizer sobre você mesma. Agora, como controlar? Se eu começo a falar, não tem jeito, já sei que não paro tão cedo. E quando vejo, antes fosse só um tiro no pé, mas já estou com metade da perna pra ser amputada and counting.

Começa como um encontro normal e tímido, até acontecer o temido “começamos a nos entender”. Aquela ansiedade em querer tudo, querer saber tudo e contar tudo,  faço melhores amigos em segundos, alguns julgam outros, permanecem. 8 ou 80. Se eu não estou falando é porque não gostei de você. A detalhada história da minha vida (se der tempo, dos meus familiares também), todas as minhas crenças, angústias, expectativas que, basicamente, variam de meia em meia hora.  O mais incrível? Normalmente ninguém perguntou. Vaca amarela way of life a partir de hoje? Nah, seria chato.

Enquanto eu estou mirando no meu pé, pode ter um mirando na minha cabeça, mas a vida segue!



Continue Lendo...
Postado por Thaís Prado às 11:30 3 comentários

domingo, 23 de outubro de 2011

E quando no coração cabem dois?



Há alguns dias esta frase "Se você acha que ama duas pessoas ao mesmo tempo, escolha a segunda. Porque se você realmente amasse a primeira, não teria uma segunda opção" se alastrou no Facebook, tal como a sujeira no seu scarpin de camurça. E todo mundo saiu compartilhando e curtindo. Eu não concordei. Já amei dois caras ao mesmo tempo. 

Sabe aquela série "Aline"? Acho que foi tudo o que sonhei naquela época. Não precisar me desvencilhar de um para ser feliz. Pois toda vez que optava por um cara eu adoecia literalmente. Sei que parece coisa de mulher safada, mas amava os dois. A personalidade de um não vivia sem a personalidade do outro. Claro que essa história não terminou bem.

Para começar, o primeiro homem era meu namorado há pouco menos de 1 ano. Tínhamos uma história bem bonita. Coisa de cinema mesmo, sabe? Com direito a primeiro encontro no estilo Filme Norte-Americano. A primeira vez que nos vimos eu havia entrado no cinema com umas amigas e não tinha mais ingresso à venda. Ele ficou de fora. Ficamos nos encarando através do vidro fumê e não podíamos no tocar. A sessão ia começar e eu o deixei rindo para o vidro fumê enquanto tropeçava para encontrar um lugar no cinema.

O segundo apareceu-me num show de hardcore. Era bem mais jovem do que eu. Fazia coisas para me impressionar. Ligava para mim e dizia "Eu estou aqui embaixo no seu prédio e preciso te ver". Não tinha perspectiva de vida. Abandonara os estudos. Vivia deprimido e não cortava o cabelo há anos.

Fiquei muito confusa sobre quem realmente amava. E já posso perceber os olhos inquisidores de todos, dizendo que isso era paixão, safadeza, piranhagem, piriguetagem ou qualquer coisa que o valha, mas que não era amor. E eu digo sem constrangimento nenhum que amava os dois.

Acabei tendo que optar por um, não porque joguei limpo. A verdade é que o namorado descobriu através de conversas pelo computador que andávamos nos vendo pela madrugada. Adoeci quando o namoro terminou, não conseguia comer ou rir. E fiquei com o segundo cara. Ele agora ocupava o cargo de namorado e eu me sentia estranhamente infeliz.

Então tomei a decisão de romper com o segundo cara e perseguir o primeiro cara, o primeiro namorado. Foram meses de muito pedido de perdão, só faltei mandar aquele carro brega de declaração de amor. Até que ele, vendo todo meu desprendimento, conseguiu me perdoar e voltamos. Quando voltamos eu me sentia estranhamente infeliz por ter deixado o segundo cara. Mas rompi completamente com o segundo, sofrendo muito por isso. E o namorado às vezes me perguntava se eu tinha feito a escolha certa. Nunca consegui responder. Pois agora não podia voltar de novo para o outro. 

Não foi fácil. Eu pensava num e no outro o tempo todo. Um já tentou atropelar o outro. Os dois eram estranhamente diferentes, em físico e espírito. E eu podia ter sido a mulher mais feliz do mundo se tivesse ficado com os dois. E, claro, com os dois sabendo isso. Porque viver às escondidas, correndo e mudando o nome que sai da sua boca enquanto você suspira... Não é lá uma das atividades mais fáceis. Requer muito teatro, muita concentração e jogo, literalmente, de cintura!

E você concorda com a frase do facebook ou já amou 2 caras ao mesmo tempo como eu?




Até a próxima, @A_Sarita
sarita@corporativismofeminino.com


Continue Lendo...
Postado por Sarita às 17:22

sábado, 15 de outubro de 2011

Sumiu por quê?



Uma das coisas que me deixam mais perdida e triste nesse mundo dos solteiros, onde eu me arrependo amargamente de ter caído, é quando um cara com quem eu tou me envolvendo, já venho conversando há um tempinho, resolve sumir. Eu sempre acho que a culpa é minha, que eu devo ser uma criatura tão chata e louca, que os caras estão fugindo de mim em disparada para as montanhas! Minha autoestima não é das melhores e eu teria certeza absoluta de que é isso mesmo, sou chata, louca e ninguém me aguenta, se não fosse por uma coisa: os caras do meu passado hoje babam meu ovo. 0_o

Pois é, pois é, pois é... todos os homens que chegaram a ter uma importanciazinha na minha vida hoje são meus admiradores de carteirinha. Os que eu namorei de verdade hoje são grandes amigos meus, os melhores que tenho, embora não os veja muito. Os com quem eu me "enrolei" e até quis namorar, mas eles nunca se manifestaram em prol disso, hoje ficam de saudosismo, achando que deveriam ter me aproveitado mais. Até ensaiam propostas de "revival", mas foi mal aê, passado é passado, depois que eu tiro da cabeça, não pego mais, dá até uma aversãozinha.

Será que, fora os namorados que tive, que eram pessoas muito especiais, os outros caras só são capazes de reconhecer meu valor depois que já não me têm por perto? Que pasa?

Por que, diabos, ninguém reconhece meu valor no presente, caralho?????????? Alguém me põe no colo e me diz que vai passar e vai ficar tudo bem, por favor?????

Será que eu ando fechada, sem mostrar quem eu realmente sou, portanto só me admira quem me conheceu no passado? Algo me diz que um pouco é isso sim, mas não é tudo... Ainda tem alguma coisa que não consigo explicar... será que, por estar me sentindo perdida e com medo eu estou passando má impressão? Acho que um pouquinho pode ser isso também.... :pppp Mas ainda parece que falta alguma coisa para resolver esse mistério... Será que, por estar sentindo falta do carinho e da amizade que eu tinha quando tinha um namorido, eu tou indo com muita sede ao pote quando me interesso por alguém e tou assustando o cara? Mas que espécie de babaca se assusta com uma menininha que só quer carinho????????? Será que os homens andam tão idiotas assim?

Será que eu pareço que quero logo casar, prender, dominar e fagocitar o cara??? Mas eu nem quero nada disso! Eu sou uma das maiores defensoras da liberdade! Não confundir liberdade com promiscuidade. Liberdade que eu falo é que as pessoas possam, mesmo se relacionando, manter seus hobbies, seus gostos, suas atividades solitárias, suas viagens, que não tenham que ficar como que algemados um ao outro. Será que logo eu, que não prendo ninguém, ando parecendo que quero algemar???

Será que o anticoncepcional, com hormônio de gravidez, é que está me deixando louca e tudo isso é só paranóia da minha cabeça? E não existe nenhum grande mistério em torno disso, e a única coisa que aconteceu é que eu dei azar de, em 1 ano e 10 meses, não ter topado com ninguém que tivesse os mesmos valores que eu, para poder reconhecer os meus? Provável.

Não sei. Não sei o que me parece mais provável de todas essas hipóteses. Na verdade, o melhor seria parar de formular hipóteses, mas minha cabeça funciona assim, desde criança... Formulando e testando hipóteses... O problema é quando está fora do meu alcance testar as hipóteses, como agora. Aí fico perdida... como uma gata que caiu do caminhão de mudança. :P

-------------------------------------------------------------------------------------------

APRESENTAÇÃO: Olá. Estou aqui como colaboradora (Muito obrigada pelo espaço, meninas!). Ando completamente perdida no mundo dos solteiros, desde que terminei um relacionamento longo. Tive que começar a escrever sobre isso para não surtar. Se não escrevo, os pensamentos ficam girando na minha cabeça, como numa máquina de lavar roupas. Se escrevo, parece que joguei-os no cesto de lixo e fico mais leve. Se alguém aí também estiver perdidaça como solteira e se identificar com o tema, pode me acompanhar em http://gataquecaiudamudanca.blogspot.com . Obrigada! :)

- A Gata que caiu da mudança

Continue Lendo...
Postado por CF às 22:09 4 comentários

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A Infância Policamente Correta


Os pais conservadores que me desculpem, mas a infância de hoje é tão super protegida que não tem graça nenhuma.

Colocar desenhos no perfil do Facebook me traz saudades do tempo em que a infância não era politicamente correta e as crianças eram apenas crianças e não mini-adultos. Hoje, ao invés de brincar, as crianças assumem compromissos cada vez maiores em prol de garantir um futuro decente e superestimado e esquecem do presente. O grande problema da atualidade são os pais que decidem ter filhos, mas só querem arcar com algumas responsabilidades e o resto a babá que se vire. A desculpa são as influências exteriores que põe em xeque a formação de caráter da criança, e não a falta de assistência. Condenam os jogos de videogames ou os programas de TV como os grandes vilões deturpadores infantis. Ora faça-me o favor! O caráter é resultado da criação que se recebe.

Ninguém ataca um casal gay na rua por causa do jogo Tal, mas porque os pais não o ensinaram a respeitar as diferenças e provavelmente justificava ações contrárias como “isso é coisa de viado”. Ninguém estupra porque o programa de TV mostrou que isso é certo, mas porque não aprendeu a ouvir “não”. Ninguém mata por causa dos filmes, mas porque não foram impostos limites. Ninguém invade a tiros uma escola infantil porque sofreu bullying, mas porque os pais não deram atenção às queixas e orientaram o filho a lidar com a situação. Aliás, ninguém insulta gratuitamente o outro por causa de jogo, programa ou qualquer coisa que acusem de causar ruptura de caráter, mas porque os pais não souberam educar, escutar e acimar de tudo, não ensinaram a respeitar. É muito mais fácil transferir a culpa do que assumir a falha. Pais negligentes são os verdadeiros vilões.

Não quero criar polêmica, mas realmente acho que cercar as crianças de todos os lados não a fará um adulto melhor. Sou do tempo em que a alimentação não tinha que ser obrigatoriamente saudável, os chocolates tinham formatos de cigarros, os meninos brincavam com arminhas de brinquedo, e os ícones da época não eram em nada corretos: o Bozo era cheirador, o Mussum bêbado e a Vovó Mafalda era, na verdade, um homem transvestido de mulher. E mesmo assim, crescemos muito bem. =)

A maldade está nos olhos do adultos cri-cri’s que enxergam no desenho violência e apologia homossexual, sendo que o que a criança vê são apenas super-heróis combatendo o crime com a ajuda indispensável do amigo. A decodificação perversa vem de cima. Ou vai me dizer que foi você quem percebeu o pênis na capa da “A Pequena Sereia”, e consequentemente se tornou um pervertido ao assistir o filme?

Tantos “cuidados” não preparam crianças para se tornarem adultos sensatos, mas hipócritas que se indignam com um propaganda de lingerie alegando ser preconceituosa e depreciativa à imagem feminina, mas que vai para o bar e chama de gorda a moça da mesa ao lado. E porque não veem problema das meninas brincarem de casinha? Ao meu ver, isso também é depreciativo, já que reforça a ideia de que o papel da mulher é de servir a casa, aos filhos e ao marido somente (mas isso é outra discussão).

É claro que deve haver um controle do que chega até as crianças, mas particularmente não acho que se deve podar todo o tipo de influência externa, pois dessa forma não há auxílio dos pais em criar filhos que saibam discernir o que é certo ou errado e se transformam em adultos passivos que aceitam tudo que lhe é dito, sem argumentar ou raciocinar sobre aquilo. É conversando e orientando aos filhos que aquilo que se vê na TV ou no jogo não é como se deve agir na vida real. Este sim, na minha opinião é o dever dos pais. Pais devem ser pais e não representantes da Santa Inquisição dando nova roupagem ao Index.

Não sei quanto a vocês, mas o que fundamentou minha formação foi o modo como meus pais me criaram e não o que eu via ou brincava. Eles me mostraram que o mundo não é bonitinho, mas somos nós separamos o joio do trigo; souberam falar sim e não na hora certa; me deixaram de castigo quando aprontava; me deixaram subir na árvore, mesmo sabendo que eu podia me machucar; e me ensinaram a respeitar o outro, independente da minha opinião; e graças a deus não me superprotegeram, mas que educaram sem me privar de diversão.

Pai, Mãe, obrigada por me ensinarem a ser sensata e humana sem deixar a vida chata e monótona.


Follow me: @claris_simao
E-mail me: claris@corporativismofeminino.com


------------------
Depois de meses sem postar nada, estou de volta. Nesse tempo eu fiquei desempregada, briguei com as coleguinhas, formei, arrumei novo emprego, enchi a cara e conheci novas pessoas. Não me aconteceu nada demais, nada de muito novo, apenas falta de criatividade e inspiração para escrever para o CF. Mas agora estou de volta!

Beijos! ;)


Continue Lendo...
Postado por Claris Simão às 08:00 1 comentários

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

E quando ele não faz nada?

É sábado à noite. É a nossa quarta saída. Até o dado momento tudo ficou no 0x0, pergunto-me se me rogaram uma praga, se meu cabelo novo não agradou ou se simplesmente ele não está afim. Eu até pensaria nesta última opção numa boa, não sou tão vaidosa a ponto de não encarar tal realidade. Mas responda-me: Por que ele continua me chamando para sair? Por que me liga e diz que pensou em mim? Por que já me fez um novo convite esta manhã?

Enquanto as amigas dizem que: É porque ele quer algo sério e está enrolando! (duvido!) e os amigos dizem que: Ele é gay! (duvido!), eu tenho certeza: Não vai rolar. E nem é porque me faço de difícil, sou da "galera", eu brinco, eu elogio, eu deixo a mãozinha se demorar no ombro.

As amigas mais experientes dizem: Vai lá e dá uma imprensada na parede. Mas, vê bem, até para "imprensar na parede" você tem que ter uma brecha, uma frestinha de luz sequer. Mas não tem. Ele não dá. Se houvesse um frestinha, eu teria metido o pé na porta e entrado de sola. Mas não, ele fica na dele. Às vezes fala pelos cotovelos. Às vezes fica num silêncio infernal e me pergunta sobre coisas bobas, como "Qual é a sua sobremesa predileta?". E talvez essa pergunta boba é que me faça olhar para ele de novo e topar sair mais uma vez para ficarmos no 0X0.

Ora, o meu espírito feminista do 2º Reich é muito prático: Decida não querê-lo. Por que ELE tem de decidir se quer você? Pois é, pois é. Palmas para essa pessoa perspicaz e prática que eu não sou no momento. Continuo querendo que ele me convide amanhã e depois para eu passar frio na madrugada.



Até a próxima,
@A_Sarita
sarita@corporativismofeminino.com

Continue Lendo...
Postado por Sarita às 12:56

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Sorteio - BAZAR MCD

Está rolando o bazar da MCD aqui na terra da garoa, todas as peças da marca disponíveis no bazar estarão com 50% de desconto. E o que é mais legal? é que a MDC está oferecendo 3 vouchers de R$ 50 para sortearmos entre as leitoras do Corporativismo feminino.

Como participar?
Fácil! Tem que ter twitter, tem que seguir o CF, e tem que postar a mensagem: "Eu vou aproveitar o Bazar da MCD com Corporativismo Feminino http://kingo.to/MtJ"

Vamos realizar o sorteio amanhã, 19/08/11 durante o dia, portanto, não perca tempo!

OBS: Para que a promoção se viabilize deveremos ter um número mínimo de participantes para sorteio!

MCD promove bazar com 50% de desconto


A marca MCD – More Core Division promove bazar “Just For Girls” da coleção de
Inverno 2011 com desconto de 50% em todas as peças. Destaque para os trench coats,
vestidos, moletons, calças de diversas modelagens e acessórios da coleção atual.

O Inverno 2011 da marca tem forte influência na década de 80: mangas e ombros
destacam-se com pregas e franzidos, com muitos detalhes de tachas e rebites de
metal, fazendo um contraponto às golas e capuzes desestruturados. Tops, casacos de
moletom e vestidos com modelagens mais amplas e orgânicas são opções para quem
busca conforto sem abrir mão do estilo.

Para uma maior comodidade nas compras, o bazar foi dividido em dois finais de
semana de agosto, de 12 a 14 e de 19 a 21. O local escolhido foi o novo espaço da
Vértices Casa, que fica na rua Fidalga, 66 – Vila Madalena.


Bazar feminino MCD – More Core Division
Local: Rua Fidalga, 66 – Vila Madalena.
Tel.: (11) 3525-0544
Datas: de 12 a 14 e de 19 a 21 de agosto.
Horário de funcionamento: sextas-feiras das 15h às 21h; sábados e domingos das 11h
às 19h.

Continue Lendo...
Postado por Bel às 21:05 3 comentários

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dicas para se dar bem com os amigos DELE

Resolvi reunir um pouco do conhecimento que tenho sobre o assunto, por meio de observações e vivências, em um post. Sempre tive facilidade em me dar bem com os amigos alheios, e sempre reparei muito bem nos casais, e como eles lidam com certas situações.
Os casos citados são reais.

* Ele tem uma banda fuleira que toca em porões úmidos e féticos do centro da cidade (presumindo que vocês morem em uma cidade cujo centro é deplorável). Você tem duas opções: ou você vai com ele, engole a dignidade e mostra a maior disposição para curtir o rolê pedreirão; ou o libera sem medo para que vá sozinho.
Se você nem é do tipo que curte shows fuleiros em lugares sujos e decadentes, não force a barra. Sua cara amarga diante dele e, principalmente, dos amigos, será fatal. Se você for a UM desses shows e ficar de cara amarrada querendo ir embora, os amigos dele SEMPRE vão lembrar de você como aquela menina que IMPEDE O AMIGO DE SER FELIZ. Não é exagero. Ouço direto homens reclamando das "namoradas megeras" dos amigos por motivos semelhantes.

* Futebol é a mesma coisa. Sempre vai ter uma vadiazinha olhando as pernas dos homens do futebol, e você tem que respirar fundo: não pega bem barraco na frente dos amigos: seja lá por qual motivo seja. Além disso, você tem que se conformar: sempre vai rolar um movimento para emendar uma cerveja e depois uma balada. Mas o futebol é importante na vida dele. Não tente competir com isso. Jamais o impeça de participar. Sei que é difícil pra caralho, mas confie.

Estou falando para evitar esses rolês, mas também não seja uma relapsa. Os amigos precisam conhecê-la, saber que VOCÊ é a NAMORADA dele. Saber dar liberdade, mas também se mostrar presente é para poucas. Se você domar essa arte, a chance de criar ao menos empatia nos amigos é maior.

* Se você é do tipo que sorri e joga charme para todo mundo, controle esse impulso quando estiver ao lado dos amigos dele. Nada de ficar azeda, é claro. Mas lembre-se que fidelidade de homem com outro homem é bem mais sólido que amizade de mulher com outra mulher. Se cruzar pela cabeça de um dos amigos que você está jogando charme para alguém do grupo (mesmo que seja impressão), seu namorado VAI ficar sabendo. A menos que o amigo queira te comer.

* Nem ouse controlá-lo na frente dos amigos. Nada de pedir para maneirar na cerveja e nos bolinhos de bacalhau: ele deve estar ciente de que é melhor não abusar. Se ele é do tipo beberrão e botequeiro, peça para que pegue leve estando SOZINHA com ele.
Repito: você NÃO QUER ficar com fama de ditadora e manipuladora com os amigos dele.

Por fim, o resumo da ópera:
É fundamental avaliar o grupo e os indivíduos que fazem parte da rede "amigos do meu namorado". É bom saber lidar com eles e manter, no mínimo, uma relação cordial. Imagine que um deles pode ser o seu padrinho de casamento, e você não quer ele como desafeto, certo? Aliás, tem muito cara que acha fundamental que sua namorada se dê bem com seus parceiros (o que é compreensível, na minha opinião).

Você tem que saber do que eles gostam e não gostam, e procurar agir dentro dessa esfera. Não precisa deixar de lado sua personalidade, mas maneirar, pelo menos no começo. Às vezes, como eu, você fala palavrão com frequência. E daí descobre que os amigos do moço acham feio mulher falando palavrão. Em vez de falar um "foda-se, pau no cu deles", você vai engolir isso e deixar para mostrar essa faceta aos poucos.

Se você curte encher a cara, também pode pensar em não exagerar nos primeiros encontros com os amigos. NADA mais queima filme do que estrear com uma belíssima perda total diante deles.

Lembre-se: Saiba que você pode ser lembrada eternamente por eles por causa de um só cagada.

POST EM ETERNA CONSTRUÇÃO E ACEITANDO OUTRAS DICAS :)

----

Que outras táticas vocês usam para se dar bem com os amigos dele?
Que outras situações são completamente queima-filme diante dos amigos dele?

Beijo,


Continue Lendo...
Postado por Anamyself às 08:00 7 comentários

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Quando não me amei

Minha história começa num momento que medo e carência eram minhas companheiras diárias. Não que justifique o que revelarei a seguir, mas foram elas que me deram o aval para me amar tão pouco. Foi apenas um homem aparecer com um bote meio murcho e dizer “sobe” para eu me atirar com mala e cuia naquilo.

Ele me prometeu uns desvarios e eu queria tudo aquilo. Queria todas as mentiras sinceras, os segredos de liquidificador e até a vida louca do Cazuza de quebra. Fiquei ali por perto, fazendo pose de indiferente, oferecendo alguns centavos para algo que não tinha preço.

Uns poucos dias passaram até ele me dizer que cairia fora. E toda a lucidez veio de chofre quando ele simplesmente bateu a porta. Lembrei de todas as vezes que transamos sem camisinha, de como eu, tão regrada, pude ter topado aquilo. Lembrei de cada mentira contada, de cada desculpa ensaiada. Lembrei, por fim, de mim. Mas parecia muito tarde. Porque eu estava doente. Um corrimento não me deixava esquecer aquele homem, o cheiro era forte, intenso. Passei longos dias com calafrios numa cidade escaldante, dormindo com cinco cobertores que não me satisfaziam. Febres ininterruptas de 40º. Vômitos. Vergonha de mim mesma. Medo. Agonia. Auto-piedade.

Fui ao hospital, sozinha, debilitada, de táxi. Tratei o corrimento por muitos meses. Mas ainda houve uma suspeita de câncer. Fiz exames de toda espécie e no final o médico disse que não era nada.

Talvez uma virose que se adquire a esmo, disse o médico. Talvez a vergonha, pensei. Talvez uma dor que não tem conserto com agulhas, pontuei. Talvez... eu tenha me amado tão pouco naquela época que o corpo decidira me rejeitar. Soa dramático, soa monótono, mas eu precisava dizer a vocês que é preciso vigiar e não deixar que apaguem sua estrela por tão pouco.




Anônimo

Continue Lendo...
Postado por CF às 23:41 5 comentários

sexta-feira, 29 de julho de 2011

A verdade que ELES não contam

Madrugada de um sábado qualquer, a festa havia acabado. Algumas doses a mais de puro álcool agora estão em suas cabeças. O sujeito ao seu lado põe hipérboles no seu cabelo, na sua boca, nas suas pernas, nos seus seios, até no seu figurino já destruído por dois cálculos errados de levar a taça de vinho à boca.

O sujeito agora olha para você com brilhos nos olhos tão intensos que competem com as lantejoulas impressas na sua minissaia. Ele diz que não poderia respirar sem você. Deus mandou ver nos seus estrogênios e é claro que você sentirá peninha, é claro que você agora ficará mais atenta ao sujeito. E com o álcool tudo fica mais fácil de descer, até as palavras sem muita criatividade do sujeito.

Logo você abre sua vida, abrindo por consequência algo mais embaixo. Você se pergunta se está sendo fácil, mas logo se reprime, lembrando que ELE acha que você é a mulher da vida dele.

No dia seguinte ele não liga. Você se pergunta: Como não? Mas eu não era a mulher da vida dele? E se, por ventura, os homens fossem honestos e não tão covardes para dizer a verdade nua e crua, diriam para você: Você teria dormido comigo se eu tivesse dito a verdade?




Até a próxima,
@A_Sarita
sarita@corporativismofeminino.com

Continue Lendo...
Postado por Sarita às 12:08

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Me, myself and I

O medo de estar só atinge a todo tipo de gente, sem distinção de idade, sexo, condição social. Não importa se vem de família grande, se é filho único. O que mais tem por aí é gente que não gosta de estar só. Gente que prefere nem sair de casa a ir a um restaurante sozinho, ou ir ao cinema sozinho. Viajar sozinho, então, nem pensar.

Creio que essas pessoas sentem um misto de medo de que o mundo as julguem e a condenem como uma pessoa frustrada por estar só, ou e ao mesmo tempo medo de não saber lidar com o seu próprio silêncio.

Não posso dizer que prefira estar só do que acompanhada. Claro que gosto de contar com a companhia de amigos.
Amo meus amigos, não duvidem disso. Prezo sua companhia e seu valorizar cada momento.
Mas gosto de estar só. Não piro. Sei lidar comigo mesma - porque sei que, no matter what, eu só posso me apegar a mim mesma. Só posso confiar plenamente, cegamente, em uma pessoa: eu mesma. Por mais que eu esteja cercada de gente que eu ame e que me amem, sempre haverá momentos que ninguém me dirá o que fazer. Que ninguém me acompanhará.
E isso é uma lição de anos. Depois de me entregar de corpo e alma a tanta gente que, querendo ou não, acaba desapontando - porque, é claro, ninguém é igual a mim.

A verdade é que me acostumei a contar comigo mesma e de estar bem só, e sei curtir esses momentos.

Hoje não dependo de companhia para muita coisa: vou ao cinema com mais frequência sozinha do que acompanhada. Vou a restaurantes sozinha numa boa. A maioria das minhas viagens foi individual: dentro do Brasil e fora, dias ou meses.

Como nunca pude contar com companhia a qualquer hora no lugar que eu bem entender, soube driblar o mal estar de sair sozinha, e transformar isso em um grande prazer em estar só e livre para descobrir o mundo, as pessoas, os lugares ao meu redor.


--

Quem é assim também?

E quem não suporta fazer as coisas sozinha? Por que isso?

Conta, conta!

@anamyself
ou
anamyself@corporativismofeminino.com

Continue Lendo...
Postado por Anamyself às 07:00 8 comentários

O Passado OU História para boi dormir

Se tem algo que pouco merece minha atenção é o passado. Não é raro encontrar os saudosistas, aqueles que passam a vida toda rememorando o passado e suspirando, sempre colocando hipérboles nas pessoas que foram e nas coisas que aconteceram. Que a vida infantil era mais fácil para alguns pode até ser uma verdade absoluta, mas enquanto você era criança gostava daquela hierarquia familiar toda? O passado é só um filme em preto-e-branco que traumatiza alguns ou que serve de escudo para que se justifiquem os erros do presente, do futuro e da próxima reencarnação. O passado é um amontoado de experiências que tornarão as próximas decisões mais claras, mas não mais fáceis. O passado é só uma lembrança de qualquer coisa que parece um mero sonho/pesadelo se não são deixadas as provas concretas.

Um filho, uma cicatriz na pele ou um perfume talvez sejam os grandes objetos do passado. Eu tinha 5 anos quando meu irmão me levava no bagageiro da sua bicicleta vermelha pelos cômodos da casa ainda sem móveis. Estávamos sozinhos, enquanto minha mãe estava trabalhando em outro estado e o meu pai dando suas escapadelas conjugais. Não lembro da época, não lembro do rosto do meu irmão, nem do sangue que a catraca provocou no meu dedo desnudo. Não lembro sequer para quem meu irmão ligou para pedir ajuda. Não lembro o quanto chorei, nem quanto doeu. Não lembro nem que a bicicleta era vermelha, nem como era meu irmão pequenino. Não lembro como tudo aconteceu. Mas aconteceu, o meu dedão do pé é horrendo. A unha insiste em nascer grossa, se precavendo de qualquer nova catraca. O que a unha grossa não sabe é que não ando mais em bagageiros de bicicleta e o meu irmão já se foi há algum tempo.

Depois há o meu filho que me faz rememorar a adolescência e o jeans folgado demais para o meu corpo. Hoje as cicatrizes na barriga estão lá para dizer-me que uma gravidez houve ali. Assim como o filho, o objeto da prova sexual entre eu e o seu pai. Houve um passado, há marcas por todos os lados. E há os perfumes que nos transportam rapidamente pruma tormenta, mesmo que você esteja há anos de distância do ocorrido. Há perfumes que nos fazem flutuar de desejo como o cheiro de loção pós-barba daquele antigo amante na seção de cosméticos. E não é que você queira o amante de volta na sua cama ou na sua história, é apenas - e tão somente - o sentimento trazido pela fragrância.

O passado é talvez a coisa mais patética do mundo. Você pensa nela. Perde tempo com ela e não percebe que sentirá falta - uma enorme falta - do que agora é presente.

Continue Lendo...
Postado por Sarita às 02:05

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Descumprimento de Parceria por Parte da Editora Objetiva

Em abril deste ano, uma pessoa responsável pelo Marketing da Editora Objetiva nos enviou uma proposta de parceria. Oferecendo 5 exemplares para promover o livro "Mulheres Francesas Não Dormem Sozinhas", até então lançamento naquela época.

Antes de começarmos a parceria lhe pedi um exemplar para conhecer o livro e, assim, fazer uma resenha para o blog. O livro foi prontamente enviado, fiz a resenha e lancei a promoção no blog. Foram vários convites enviados para que os leitores participassem da promoção, empenho de todas nós do blog, além de usarmos nosso nome.

Após o período de divulgação, os sorteios foram feitos no blog e no facebook... Mas quando escrevemos à Editora informando dos ganhadores e seus respectivos endereços, ninguém respondeu mais nada, foram inúmeros e-mails. Inclusive para o e-mail oficial da Editora. Nenhuma resposta. Nada. Desta forma retiramos dos nossos bolsos os 2 livros que já haviam sido sorteados, pois NÓS temos um compromisso com nossos leitores.

Esse pequeno post é apenas para que nossos leitores saibam do descumprimento da Editora Objetiva.

Estamos decepcionadas e que sirva de alerta a outros blogueiros que tenham a intenção de fazer parceria com uma Editora que até então, pelo nome, e tempo no mercado, parecia séria.
Continue Lendo...
Postado por Sarita às 17:27
 

Corporativismo Feminino Copyright © 2009 Baby Shop is Designed by Ipietoon Sponsored by Emocutez Edited by Blog Feminino